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Eu queria tantooo ter ido. Mas ne, moro no Goiás
Isso ne vida não ahsuahsuahsu
Domingo eu e meu namorado fomos conferir a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama no Instituto Tomie Ohtake, e hoje vim falar um pouquinho sobre o que achei de tudo.
Com pinturas, esculturas, vídeos, instalações, a mostra apresenta diversas obras compostas por "dots" (pontos) e formas fálicas, que se tornaram marcas em sua obra. Ao todo, são cerca de 100 obras, do período de 1949 a 2012. Entre elas, três ambientes são os mais visitados em "Obsessão Infinita":
"Filled with the Brilliance of Life" (2011)
Um sala composta por espelhos e inúmeras lâmpadas penduradas, que vão mudando de cor, impressiona os visitantes. Para atravessar este ambiente é preciso paciência, pois todos vão querer tirar fotos e observar o efeito incrível das cores refletidas e o "infinito" proporcionado pelos espelhos.
"Infinity Mirror Room – Phalli's Field" (1965)
Mais uma vez, o interesse pelo infinito e a técnica de usar espelhos por todo lado fazem desta sala impressionante. Porém, são os objetos fálicos que ganham destaque e parecem se espalhar, como um enorme jardim. Suas famosas bolinhas vermelhas estampam as peças.
"I'm Here, But Nothing" (2000-2012)
Neste ambiente, por onde também é possível caminhar, é apresentada uma sala de estar completamente comum, com móveis como sofá e mesa de jantar, mas totalmente coberta por pontos de luz fluorescentes coloridos. O ambiente permite que o visitante veja a obra sem os limites da tela, onde todas as paredes, objetos e piso carregam parte da transcendência da obra.
Fonte: Guia UOL

Já era o segundo dia em que tentávamos conferir a exposição, que sempre estava com filas que dobravam o quarteirão. Eu admito que até o mês passado eu nem sabia quem era Yayoi Kusama, mas assim que vi as fotos das "luzinhas" rolando na internet não sosseguei até conseguir ir para brincar com a minha câmera
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Acordamos cedo no domingo e 10:30 já estávamos na fila para entrar. Levei um susto pois a exposição abre 11:00 e pelas nossas contas tinham aproximadamente 5.000 pessoas na nossa frente
. Mas quando você acha que as coisas não podem "piorar" eu comecei a sentir frio e fome, já que ficamos duas horas exatas na fila.
O prédio do Instituto Tomie Ohtake é lindo e sempre que eu passo por lá fico olhando, ainda mais por ele ser cor-de-rosa. Quando entramos na exposição levamos outro susto: lá dentro também existiam filas gigantes! Eu não sei se é chatice minha, mas acho que pra eventos ou exposições deste porte deveria existir uma maior organização (como lotação diária máxima permitida) pois tem muitas crianças e idosos que querem ver e não conseguem por existirem essas filas gigantescas e tempo de espera além do normal. Eu por exemplo não consegui nem ver/ler/entender nada direito, fiquei na exposição tentando admirar alguma coisa aproximadamente 20 minutos, e os outros 45 minutos foram gastos somente nas filas para tentar ver algo. Sai de lá cansada, nervosa e desapontada, não pela exposição em si mas sim pela desorganização e superlotação. Uma pena, pois com certeza se fosse mais vazio teria sido um excelente domingo de aprendizado.
De qualquer maneira eu consegui brincar com a minha câmera na sala Filled with the Brilliance of Life, e consegui efeitos incríveis e é claro que vou compartilhar com vocês aqui no blog
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Depois de sair da exposição encontrei na rua essa folha tão fofa, e pedi para o meu namorado nos fotografar
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Vocês já visitaram a exposição? Quero saber sua opinião 
Eu queria tantooo ter ido. Mas ne, moro no Goiás
Isso ne vida não ahsuahsuahsu