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Resenha: trilogia Cinquenta tons de cinza

Cinquenta tons de cinza

Vocês acreditam que só depois que fiz o post com três indicações de filmes que estreiam em Fevereiro (incluindo Cinquenta tons de cinza) foi que eu reparei que não cheguei a postar resenha sobre os livros aqui no blog? Foi puro esquecimento mesmo e acabei de achar as fotos que tirei para ilustrar o post em uma pasta esquecida do meu desktop :( .

Sinopse Cinquenta tons de cinza

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja – mas em seu próprios termos

Sinopse Cinquenta tons mais escuros

Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.

Sinopse Cinquenta tons de liberdade

Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade.

Cinquenta tons de cinza

Como cheguei a desabafar no post das indicações dos filmes, não pretendo assistir ao filme e não é pelo tema erótico e nada do tipo (afinal de contas estamos no século 21)… simplesmente não quero assistir pois li os livros praticamente obrigada. A história até que poderia ter sido boa se não fosse o típico drama americano com o combo de menina desleixada e que ninguém presta atenção + o homem mais rico e bonito se apaixonar por ela + a vida dela mudar e conseguir tudo o que sonhou só por estar com ele + continuar dramatizando por pouca coisa mesmo após conseguir tudo o que sempre quis, além, é claro, da questão de ser submissa e eu odiar pensar nos significados dessa palavra em qualquer sentido.

A autora, na minha opinião, conseguiu fazer um livro repetitivo e muito cansativo, tanto é que no segundo livro eu simplesmente pulava algumas páginas pois lia por cima e já sabia que ela repetiria todas as mesmas falas das cenas de sexo do primeiro livro. Se alguém gosta de ler textos repetitivos tudo bem, mas todas as vezes que parava para ler me sentia em um looping eterno ou um Déjà vu sem fim.

Uma coisa que me irritou também foi ver muitas mulheres dizendo que precisam de um Christian Grey em suas vidas e sinceramente não sei se elas pararam para pensar no que isso quer dizer, afinal de contas eu não gostaria de namorar um cara egoísta, metódico, controlador, sadomasoquista e que acha que pode me comprar só porque é milionário. No começo eu pensei que a Anastasia Steele não teria seus pensamentos e ideais corrompidos pelo dinheiro, mas é óbvio que ela foi fraca e a autora ainda deixou bem claro que ela suportou tudo porque o amava demais. Fala sério!

Enfim, não estou aqui para julgar quem gosta ou não de um livro ou filme, afinal de contas o melhor da vida é que não somos iguais e todos nós temos gostos e pensamentos diferentes, inclusive se você curtiu a trilogia e o filme por favor me fale nos comentários, pois quero saber a opinião de cada um sobre o assunto ;) .

Beijos, Gabi

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1 comentário
  • Naira Rocha

    Olá! Concordo em partes com você. Mas acho que a trilogia pode mostrar outra idéia também! Quando você escreve que " Anastasia Steele não teria seus pensamentos e ideais corrompidos pelo dinheiro, mas é óbvio que ela foi fraca e a autora ainda deixou bem claro que ela suportou tudo porque o amava demais", acredito que no final essa mulher "fraca" conseguiu mudar Christian Grey e quem corria atrás não era ela e sim ele. A ponto de rever todo seu conceito e ceder sua autoridade machista.
    Exemplo de homem imutável ? Presidente Donald Trump! Esse aí mulher nenhuma muda! Kkkkkk

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