Cor de rosa | Gabriela Gouveia >> fotografia, moda, maquiagem, DIY, dicas e tutoriais

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Nada é tão nosso quanto os nossos sonhos

Essa frase que está no título conheci através da Bianca Andrade e nunca fez tanto sentido para mim como agora. Sei lá…dá pra acreditar que a exatamente 21 dias atrás estava embarcando com meu namorado para a primeira grande viagem de nossas vidas? Puxa, como o tempo passa rápido! É óbvio que já viajamos diversas vezes e todas as vezes foram incríveis, mas atravessar o oceano e presenciar toda uma cultura nova (com uma lingua nova), não tem comparação. Arrisco dizer que dinheiro nenhum paga o que vivemos nesses nove dias. E como já imaginei que aconteceria, estou completamente apaixonada por viajar.

Para mim o gostinho de viajar foi mais especial ainda (aliás, para o meu namorado amado também). Nós nunca ganhamos nada de mão beijada, tudo o que temos foi fruto da luta de nossas famílias e, posteriormente, da nossa luta. Nunca fomos ricos, tudo o que temos e conquistamos é fruto unicamente do nosso trabalho, então realizar uma viagem dessas não era apenas uma felicidade nossa, mas sim de toda a nossa família. Nós voltamos da viagem encantados, apaixonados, com milhares de planos e um brilho nos olhos, uma vontade de querer viver essa sensação eternamente.

Conhecer Paris, Normandia (região noroeste da França) e Londres (siiim, fomos para Londres! Mas era surpresa e não contamos para ninguém, hahaha) foi uma primeira experiência incrível se tratando de uma viagem internacional. Só quando viajamos a gente percebe o quanto não sabemos nada sobre o mundo, como existem culturas diferentes das que conhecemos. Como pode existir tanta mudança de costumes não só internacionalmente, mas sim de cidade para cidade (São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina…)? Viajar é o único modo de enxergar o mundo "fora da caixinha", de não ler apenas em livros, de viver algo real e palpável.

Enquanto eu via a queima de fogos no show de encerramento da Disneyland Paris e também no último dia que visitamos a Torre Eiffel eu desejei uma coisa e afirmei outra: desejei que todos do mundo pudessem ter a chance de viver o que vivemos e afirmei que em breve voltarei para a cidade luz. Curiosamente assim que chegamos no Brasil, tipo no dia seguinte mesmo, já estávamos pesquisando outros destinos e preços para viver a sensação incrível de novo. Engraçado que agora os planos se bagunçaram, estou com vontade de conhecer lugares que antes nem sonhava (Fiz até um post no ano passado falando sobre os destinos que queria conhecer). Dois deles realizei :) , mas a maioria mudou! A única vontade que prevaleceu é ir para as terras do tio Sam e conhecer Las Vegas, e ai aproveitar e ir para Los Angeles, ir na Disneyland, Universal e museus de lá…poderia até passar por Memphis (ai, Elvis!) e poxa! Quantos destinos e coisas bacanas pra fazer! Apesar disso tem a minha querida e amada europa, com lugares como Portugal e suas cidades maravilhosas, Alemanha, Holanda… ai meu coração!

Por enquanto ficamos apenas nos planos das viagens e preparativos do visto americano e outros documentos (conto em breve no blog), porém já deixo avisado que vloguei muita coisa da nossa #eurotrip pra vocês :) , mas como avisei em alguns posts atrás vou fazer um novo canal no Youtube para o blog, então os vídeos sairão apenas quando já estiver tudo ok, combinado? Consequentemente as fotos e dicas da viagem demorarão um pouco para entrar no ar, mas prometo não demorar muito. A única coisa que peço é a paciência de vocês (mais uma vez, :( ) pois este será meu último semestre na faculdade e a banca do TCC vem ai. O bom é que depois que tudo passar terei milhares de posts e conteúdo para vocês, não é?

E para fechar o post eu compartilho um pensamento: Caramba, como é bom realizar um sonho! Como eu fico feliz em ver as pessoas realizando seus sonhos! Às vezes a gente acha que o que queremos nunca vai acontecer, mas com fé em Deus, muita disciplina, organização e objetivos traçados dá sim para correr atrás de qualquer coisa. O céu é o limite para quem sonha. Seja lá qual for seu sonho, corra atrás dele.

Paris

Bonjour et au revoir, Gabi.

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Cenários do filme Harry Potter no Reino Unido
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O dia em que descobri que não amo São Paulo

Oiii meus amores, tudo bem? O primeiro post de 2016 no blog será bem especial para mim: é sobre a cidade onde moro e alguns pensamentos que poucas pessoas sabem que tenho sobre ela.

Aniversário de São Paulo

São Paulo – a terra da garoa – completará na segunda 462 anos. Eu que nasci, cresci e moro aqui até hoje, sempre me orgulhei em dizer que amo esta cidade. Aqui você encontra de tudo um pouco em todos os sentidos, desde arquitetura, diversão, lojas, comidas típicas do mundo todo, pessoas… nossa! São incontáveis coisas. Ao falar desta cidade em que fui e sou criada meus olhos sempre brilharam, sempre a defendi com unhas e dentes de tudo e todos que falassem ou criticassem alguma coisa nela… até o dia em que tudo começou a mudar.

Acho que era um dia comum, onde eu estava assistindo um filme com o meu namorado. O filme se chamava Gran Torino, com atuação e direção do incrível Clint Eastwood. No filme um detalhe me chamou a atenção e me fez lembrar de outras dezenas de filmes americanos que já assisti na vida: eles são muito patriotas, sempre com uma bandeira dos Estados Unidos hasteada na entrada de casa. Eu não sei vocês, mas eu acho isso incrível! É como se os americanos falassem que nada é maior do que o amor deles pela pátria – coisa que também falta em nosso país. É triste saber que as nossas crianças crescem sem nem ao menos saber a letra do hino nacional.

Não, não pensem que estou aqui para fazer aquela coisa clichê que todos fazem de "comparar" outros países com o Brasil e menosprezar o lugar onde eu e milhares de pessoas moram. Muito pelo contrário. Na verdade ao assistir a este filme foi que me dei conta de que eu simplesmente não conheço São Paulo. Perceber isso foi como levar um soco na cara (eu nunca levei um soco *graças a Deus*, mas acho que a sensação deve ser a mesma). Eu fui criada junto com meu irmão, onde brincávamos juntos ou com os meus primos, mas sempre dentro da casa dos meus avós. Os shoppings centers de São Paulo foram a minha segunda casa a vida inteira, pois eram mais seguros. A arquitetura, cultura e lugares daqui? Posso contar para vocês agora o que conheço: Theatro Municipal, Mercadão, 25 de Março e algumas ruas ao seu redor, Páteo do colégio e acho que de arquitetura só. Sobre os museus conheço apenas o MIS. Já fui ao Zoológico e também Simba Safari (e não pretendo voltar nunca mais em nenhum dos dois). Dei uma volta na Avenida Paulista apenas 4 vezes na vida. Sobre os parques? Conheço apenas uma parte do Villa Lobos e Ibirapuera, onde as poucas vezes que fui pude ir ao planetário (que infelizmente está fechado sei lá desde quando). Não gosto de balada e não troco uma boa noite de sono por nada #velha. Trabalho e estudo a semana inteira, e aos finais de semana quero apenas ficar em casa e descansar. Para amar alguém nós precisamos conhecer a pessoa antes, não é? Esse pensamento então se aplica também a São Paulo. Como posso amar algo que não conheço?

Na verdade eu tenho medo de explorar a minha cidade. Medo das pessoas, medo de ser assaltada, medo até de morrer (sejamos realistas, os noticiários nos mostram isso diariamente). Nunca tirei uma foto ou cheguei perto do Obelisco do Ibirapuera e nem do Monumento aos Bandeirantes. Nunca fui ao MASP, Liberdade, Museu do Ipiranga e acho que talvez tenha entrado uma vez na Estação da Luz, mas era muito pequena e não me lembro de nada. Eu sei que você que está lendo pode achar besteira minha, mas não me sinto à vontade. Sei também que nas outras cidades e países a violência também existe, mas posso escrever isso pois vivo aqui, e como conheço poucas cidades e estados do Brasil meu parâmetro de comparação acaba sendo bem baixo.

Eu não perdi a fé no meu país, o nosso Brasil. Nós somos um país rico, mas que infelizmente é judiado diariamente por corrupção, ladrões, violência, tanta inversão de valores e falta de cultura. Na verdade, acho que é isso que falta hoje em dia por aqui: uma boa dose de cultura. Eu faço a minha parte, não reclamo e não falo mal de onde vivo, enquanto existe vida a esperança também vai existir. Momentos de revolta e tristeza existem sim, mas quando você ama alguém não tem vontade de cuidar? É assim que me sinto em relação ao nosso país. Eu não mudei, a única coisa que mudou foi finalmente descobrir que, para amar realmente minha cidade, preciso conhece-la para tirar minhas próprias conclusões através das experiências :) . Não prometo que farei as minhas explorações rápido, pois como falei tenho muito medo. Mas de pouquinho em pouquinho (e de preferência acompanhada pela família, namorado e amigos), tentarei me apaixonar de novo por São Paulo.

Este post foi bem difícil de escrever, pois é bem complicado tentar explicar um fato que nem eu mesma sei muito bem como justificar, mas no final acho que consegui passar a ideia principal :) . Meu sonho é ver este país se desenvolver cada dia mais, que os nossos governantes (que não governam nada, pra dizer a verdade) façam algo por nós, façam algo para resgatar esses amores que de pouco em pouco nos foram roubados. A cidade dos sonhos que a muito tempo parece mais um pesadelo :( .

Você que mora em São Paulo, passa pela mesma coisa que eu? E vocês que moram em outras cidades, estados e países, já sentiram isso alguma vez na vida?

Beijos, Gabi.

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Ah, 2015!

E não é que o ano já está acabando? Eu não sei para vocês, mas para mim esse ano foi muito intenso e recheado de coisas boas :) . Todo final de ano peço que Deus ilumine a minha família, os animais, a natureza e é claro os meus passos, para que eu possa fazer alguma diferença no mundo ou simplesmente fazer alguém feliz.

Em 2015 eu:

  • Decorei festas;
  • Comi muita besteira;
  • Resgatei animais;
  • Brinquei muito com meus cachorros e papagaios;
  • Comecei a ser mais vaidosa;
  • Assisti filmes novos;
  • Estudei muuuuito e batalhei junto ao meu grupo todas as nossas notas;
  • Vi o meu priminho Henrique nascer;
  • Brinquei muito com meu primo Arthur, afilhado Miguel e sobrinhos Mateus e Maria Eduarda;
  • Tirei muitas fotos e comprei vários equipamentos como light box;
  • Cuidei mais da saúde dos meus avôs;
  • Investi mais no blog e fiz meu primeiro publi;
  • Comi feijõezinhos de todos os sabores do Harry Potter (e quase morri, hahaha);
  • Fechei a primeira grande viagem da minha vida junto com o meu amor;
  • Tive minha família completa novamente na ceia de Natal como não acontecia a três anos <3
  • Fui feliz :)
  • Não tenho esses costumes e rituais de ano novo (como comprar roupas novas, usar determinada cor para dar sorte, etc), simplesmente porque não é nada disso que vai me ajudar no próximo ano. A única coisa que vai me ajudar é o meu caráter, atitudes, amor e acima de tudo Deus, já que sem ele tudo é em vão. Na verdade fico cansada de ler ou ouvir alguém pedindo para o ano acabar logo, como se a virada fosse ocasionar uma vida completamente nova para quem pede isto. Na verdade sinto como se as pessoas não fossem felizes em suas vidas, vivendo sempre com algum sentimento que as impedem de algo. Nós, seres humanos, só damos valor a algo quando perdemos (ou quase perdemos). Só quem viveu de perto um sentimento de insegurança sabe ser grato por viver cada dia, ou como eu costumo agradecer em minhas orações: obrigada meu Deus por mais um dia de vida. Obrigada simplesmente por estar aqui hoje escrevendo esse post para vocês, por ter alguém que goste de mim (mesmo com todo o meu stress) e também por ter saúde para poder trabalhar, correr atrás dos meus objetivos e conquistar tudo o que puder ;) .

    O meu 2015 se encerra da mesma maneira que 2014: com um sentimento de gratidão. Para 2016 eu desejo apenas as mesmas coisas, para que eu possa colecionar mais histórias, risadas, conquistas e muito amor da minha família. A vocês meus queridos leitores, o meu muito obrigada! Obrigada por me acompanharem durante todo esse ano, espero sempre estar presente na vida de vocês. Não se esqueçam de deixar sempre uma luz acesa no coração, fazer o bem e serem sempre gratos por viver, por mais que o mundo seja tão maluco.

    Light

    Beijos e até 2016, Gabi.

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    Julio
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