Cor de rosa | Gabriela Gouveia >> fotografia, moda, maquiagem, DIY, dicas e tutoriais

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Do brasileiro hipócrita ao torcedor fanático

meu animal favorito: cachorro
Fonte da imagem: Fala Rondônia

Já faz um tempo que quero escrever aqui no blog sobre a Copa do mundo de 2014, mas não sabia bem como começar a expressar minhas ideias. Bem, ainda não sei como será o texto, mas nada melhor do que começar e deixar as ideias fluírem, certo?

Eu poderia ter escrito esse texto no dia 12 de Junho (o dia da abertura da copa e primeiro jogo do Brasil), mas gente…antes de ser a abertura da copa, era o dia do meu aniversário e dia dos namorados, imagina só o sufoco para arrumar tudo? Não deu nem pra pensar nas palavras certas, kkkkk. :3

Pois bem, voltando para a história da copa…

Que o povo brasileiro é doido, isso a gente já sabe. Acho até que – quase – todo cidadão que nasceu aqui pode ser chamado de Gabriela Gouveia (indecisa, que em um dia gosta e no outro dia odeia algo, rs). Eu nasci em uma família onde desde pequena aprendi que Copa do Mundo é sinônimo de família/amigos torcendo juntos, vestidos de verde e amarelo, gritando e tocando corneta. Eu lembro que desde sempre ficava esperando a próxima copa para torcer pelo Brasil…gente, olha a contradição: eu não gosto de futebol, sou Corinthiana e nem sei se meu time está perdendo ou ganhando, e muito menos qual o nome dos jogadores que jogam pelo Corinthians (eu sei, sou uma torcedora de merda mesmo, mas eu não ligo, ;) ).

Daí que com a onda de protestos que começaram no ano passado (e que eu achei lindo, apesar das pessoas sem noção que partiram para a violência), muitas pessoas misturaram a copa do mundo com a desigualdade e toda a porcaria que esse país nos tem a oferecer. Muitos disseram que o dinheiro dos estádios tinham que ser investidos em saúde, educação e segurança, o que é MAIS do que necessário, vamos combinar. Eu que moro em São Paulo nem gosto de sair de casa por medo, e quando saio vou para o shopping ou em um restaurante super rápido, com medo de ser assaltada. Nós brasileiros (que não desistimos nunca) nos unimos e pensamos em um único ideal: fazer mais protestos e ir contra a copa. Eu não vou negar que no começo eu também era a favor desta ideia, mas depois que li várias matérias de jornalistas que não são comprados, abri minha mente. Gente, é só parar para pensar um pouquinho: vocês acham mesmo que o dinheiro investido em estádios realmente iria para saúde, educação e segurança? É CLARO QUE NÃO! Esse dinheiro todo iria para o bolso de algum político filho da puta (desculpe a expressão) ou algum policial corrupto. As pessoas que estão morrendo ou por conta da falta de um atendimento digno, ou por uma bala perdida ou por "N" motivos, vão continuar morrendo. Sabe por quê? Porque as pessoas que nós elegemos não estão nem ai para a gente. Simples assim.

É claro que eu concordo que o nosso país não tem estrutura nenhuma para receber eventos deste porte (tanto pela infraestrutura quanto pelos recursos), mas já que a merda está feita, que seja feita de uma forma bonita e que possa ser lembrada com orgulho por nós e pelos gringos que estão nos vendo tanto aqui quando na televisão. Quer dizer, vou tomar como exemplo aquela abertura ridiculamente ridícula que foi apresentada no dia doze de junho. Gente. O que foi aquilo? Foi de dar vergonha! Nós temos o Carnaval, temos Parintins, temos tantas festas e culturas lindas misturadas no nosso Brasil, e me contratam uma belga que tem uma visão completamente vaga sobre a nossa cultura para fazer AQUILO? Cadê o ziriguidum que estamos acostumados por aqui?

Enfim, o que eu quero dizer de tudo isto é que o povo brasileiro precisa agir de acordo com os seus pensamentos, e não com o que a mídia impõe. Não é tão difícil assim saber de tudo isto, basta parar e pensar um pouco. É preciso que as pessoas parem de se achar superiores escrevendo no twitter ou no facebook coisas bonitas e dizendo ser contra a copa, para depois torcer igual um louco como – sempre – fizemos durante a copa. Vamos torcer porque SIM, porque amamos futebol (pelo menos eu amo uma vez a cada quatro anos, hahaha).

Por um mundo com menos gente fingida, que não age de acordo com as ideias que demonstram ter o.u .

Qual a opinião de vocês sobre esse tema?
Beijos, Gabi.

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Meu novo óculos de grau

Óculos de grau

Quem leu este post de 2013 viu os meus óculos da Prada e o quanto eu estava feliz por ter adquirido um óculos original e por um custo tão baixo. Um ano se passou desde então, e cada dia mais eu sentia necessidade de ter um óculos completamente diferente, principalmente para usar menos ainda as lentes de contato, que são chatas e irritam meu olho ¬¬

Após a consulta com o oftalmo, peguei a receita e chamei o moço que vende as armações de óculos originais por um preço inacreditável. Assim que vi o modelo Dolce & Gabbana caí de amores..como pode ser tão lindo? Ele é azul por dentro, o que me passa a sensação de claridade (já que eu não gosto de óculos preto). Olhem só a minha escolha:

Óculos de grau Óculos de grau Óculos de grau

E aí, o que acharam? Quero saber a opinião de vocês :)
Beijocas <3

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Livro e filme: O lado bom da vida – Matthew Quick

O lado bom da vida

 

Autor: Matthew Quick
Editora: Intrinseca
Número de páginas: 256

Sinopse:

Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele "lugar ruim", Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".

Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora.

Comentário:

"A vida não é um filme de censura livre para fazer com que a pessoa se sinta bem. Muitas vezes a vida real acaba mal e a literatura tenta documentar essa realidade, mostrando-nos que ainda é possível suportá-la com nobreza.".

Estava tão empolgada com a história do livro que acabei lendo em um dia, e logo em seguida assisti ao filme inspirado nele. Achei a história muito boa, pois mostra claramente como uma pessoa que não quer assumir seus problemas consegue formular um mundo completamente diferente do que realmente é, e mesmo com todas essas dificuldades podem achar o lado bom da vida.
Já o filme me decepcionou quase que totalmente. Não entendi como a Jennifer Lawrence ganhou o Oscar de melhor atriz por esse filme (as concorrentes dela deviam ser realmente péssimas). Eles distorceram quase que o livro todo, fazendo praticamente tudo ao contrário. Por mais que eu saiba que o filme é apenas inspirado na história, achei que eles poderiam ter sido pelo menos fiéis nas passagens principais… eles não passaram a emoção que existe no livro, e o filme ficou ó: um horror!

O lado bom da vida

 

E você, já leu ou assistiu O lado bom da vida? Quero saber se foi só eu que achei isso tudo do livro/filme.
Beijocas <3

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