Cor de rosa | Gabriela Gouveia >> fotografia, moda, maquiagem, DIY, dicas e tutoriais

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Exposição Obsessão infinita, Yayoi Kusama

Obsessão Infinita

Domingo eu e meu namorado fomos conferir a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama no Instituto Tomie Ohtake, e hoje vim falar um pouquinho sobre o que achei de tudo.

Nascida em Matsumoto, Japão, em 1929, a artista começou a realizar seus trabalhos poéticos e semi-abstratos em papel nos anos 1940. Em 1957, mudou-se para New York e entrou em contato com artistas como Donald Judd, Andy Warhol, Claes Oldenberg e Joseph Cornell. Em 1973, Kusama retornou ao Japão e, desde 1977, vive voluntariamente em uma instituição psiquiátrica.

Com pinturas, esculturas, vídeos, instalações, a mostra apresenta diversas obras compostas por "dots" (pontos) e formas fálicas, que se tornaram marcas em sua obra. Ao todo, são cerca de 100 obras, do período de 1949 a 2012. Entre elas, três ambientes são os mais visitados em "Obsessão Infinita":

"Filled with the Brilliance of Life" (2011)
Um sala composta por espelhos e inúmeras lâmpadas penduradas, que vão mudando de cor, impressiona os visitantes. Para atravessar este ambiente é preciso paciência, pois todos vão querer tirar fotos e observar o efeito incrível das cores refletidas e o "infinito" proporcionado pelos espelhos.

"Infinity Mirror Room – Phalli's Field" (1965)
Mais uma vez, o interesse pelo infinito e a técnica de usar espelhos por todo lado fazem desta sala impressionante. Porém, são os objetos fálicos que ganham destaque e parecem se espalhar, como um enorme jardim. Suas famosas bolinhas vermelhas estampam as peças.

"I'm Here, But Nothing" (2000-2012)
Neste ambiente, por onde também é possível caminhar, é apresentada uma sala de estar completamente comum, com móveis como sofá e mesa de jantar, mas totalmente coberta por pontos de luz fluorescentes coloridos. O ambiente permite que o visitante veja a obra sem os limites da tela, onde todas as paredes, objetos e piso carregam parte da transcendência da obra.

Fonte: Guia UOL

Obsessão Infinita
Eu morrendo de frio na fila :-|

Já era o segundo dia em que tentávamos conferir a exposição, que sempre estava com filas que dobravam o quarteirão. Eu admito que até o mês passado eu nem sabia quem era Yayoi Kusama, mas assim que vi as fotos das "luzinhas" rolando na internet não sosseguei até conseguir ir para brincar com a minha câmera <3 . Acordamos cedo no domingo e 10:30 já estávamos na fila para entrar. Levei um susto pois a exposição abre 11:00 e pelas nossas contas tinham aproximadamente 5.000 pessoas na nossa frente o.O . Mas quando você acha que as coisas não podem "piorar" eu comecei a sentir frio e fome, já que ficamos duas horas exatas na fila. Obsessão Infinita

O prédio do Instituto Tomie Ohtake é lindo e sempre que eu passo por lá fico olhando, ainda mais por ele ser cor-de-rosa. Quando entramos na exposição levamos outro susto: lá dentro também existiam filas gigantes! Eu não sei se é chatice minha, mas acho que pra eventos ou exposições deste porte deveria existir uma maior organização (como lotação diária máxima permitida) pois tem muitas crianças e idosos que querem ver e não conseguem por existirem essas filas gigantescas e tempo de espera além do normal. Eu por exemplo não consegui nem ver/ler/entender nada direito, fiquei na exposição tentando admirar alguma coisa aproximadamente 20 minutos, e os outros 45 minutos foram gastos somente nas filas para tentar ver algo. Sai de lá cansada, nervosa e desapontada, não pela exposição em si mas sim pela desorganização e superlotação. Uma pena, pois com certeza se fosse mais vazio teria sido um excelente domingo de aprendizado. :|

Obsessão Infinita Obsessão Infinita

De qualquer maneira eu consegui brincar com a minha câmera na sala Filled with the Brilliance of Life, e consegui efeitos incríveis e é claro que vou compartilhar com vocês aqui no blog o.u :

Obsessão Infinita Obsessão Infinita Obsessão Infinita Obsessão Infinita Obsessão Infinita

Depois de sair da exposição encontrei na rua essa folha tão fofa, e pedi para o meu namorado nos fotografar <3 : Obsessão Infinita

Obsessão infinita, Yayoi Kusama está aberta a visitação do público de 22 de maio a 27 de julho de 2014, no Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés, 88) – Pinheiros, SP. O funcionamento é de terça a domingo, das 11h às 20h. A entrada é franca.
Mais informações: (11) 2245-1900

Vocês já visitaram a exposição? Quero saber sua opinião :)

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In my room

Estou de férias da faculdade desde Maio, e prometi que aproveitaria para tirar várias fotos, porém já estamos em Julho e não fiz nada do que tinha programado até agora x.x #vergonha

Ontem estava arrumando meu quarto e decidi aproveitar e tirar fotos de alguns itens que o decoram… tenho várias ideias de decoração para acrescentar ao longo do tempo, mas queria compartilhar algumas das que mais gosto com vocês neste post <3 Querem ver? Decoração
Mike Wazowski

Esse Mike é relativamente novo, ganhei do meu namorado no dia do jogo do Brasil (o da derrota por 7×1, rs), e decidi deixá-lo com as minhas canetas na minha caneca de coração.

Decoração
Unicórnio tão fofinho

It's so fluffy I'm gonna dieeee! Quem é fã de "Meu malvado favorito" com certeza pensou a mesma coisa que eu, é tão fofinho <3 Este unicórnio vai fazer parte de outro post que vou preparar para o blog, aguardem, rs. Decoração
Mesa do meu quarto

Est Amour! Sempre que alguém conhecido viaja para outro país eu peço para trazer alguma lembrança, e essas duas "Torre Eiffel" vieram diretamente das lojinhas que ficam próximas a torre verdadeira lá em Paris <3 Decoração
Cabine telefônica de Londres

I LOVE LONDON! Meu tio chegou de Londres e trouxe esse chaveiro da cabine telefônica vermelha que é um símbolo da cidade. Para mim esses símbolos só tem graça se vierem da cidade de origem, nunca compraria – por exemplo – uma cabine telefônica em miniatura aqui no Brasil… mas isso é mania minha mesmo, rs.

E ai, gostaram dos detalhes do meu quarto? Em breve faço vídeo mostrando tudo certinho <3 Beijos, Gabi.

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Do brasileiro hipócrita ao torcedor fanático

meu animal favorito: cachorro
Fonte da imagem: Fala Rondônia

Já faz um tempo que quero escrever aqui no blog sobre a Copa do mundo de 2014, mas não sabia bem como começar a expressar minhas ideias. Bem, ainda não sei como será o texto, mas nada melhor do que começar e deixar as ideias fluírem, certo?

Eu poderia ter escrito esse texto no dia 12 de Junho (o dia da abertura da copa e primeiro jogo do Brasil), mas gente…antes de ser a abertura da copa, era o dia do meu aniversário e dia dos namorados, imagina só o sufoco para arrumar tudo? Não deu nem pra pensar nas palavras certas, kkkkk. :3

Pois bem, voltando para a história da copa…

Que o povo brasileiro é doido, isso a gente já sabe. Acho até que – quase – todo cidadão que nasceu aqui pode ser chamado de Gabriela Gouveia (indecisa, que em um dia gosta e no outro dia odeia algo, rs). Eu nasci em uma família onde desde pequena aprendi que Copa do Mundo é sinônimo de família/amigos torcendo juntos, vestidos de verde e amarelo, gritando e tocando corneta. Eu lembro que desde sempre ficava esperando a próxima copa para torcer pelo Brasil…gente, olha a contradição: eu não gosto de futebol, sou Corinthiana e nem sei se meu time está perdendo ou ganhando, e muito menos qual o nome dos jogadores que jogam pelo Corinthians (eu sei, sou uma torcedora de merda mesmo, mas eu não ligo, ;) ).

Daí que com a onda de protestos que começaram no ano passado (e que eu achei lindo, apesar das pessoas sem noção que partiram para a violência), muitas pessoas misturaram a copa do mundo com a desigualdade e toda a porcaria que esse país nos tem a oferecer. Muitos disseram que o dinheiro dos estádios tinham que ser investidos em saúde, educação e segurança, o que é MAIS do que necessário, vamos combinar. Eu que moro em São Paulo nem gosto de sair de casa por medo, e quando saio vou para o shopping ou em um restaurante super rápido, com medo de ser assaltada. Nós brasileiros (que não desistimos nunca) nos unimos e pensamos em um único ideal: fazer mais protestos e ir contra a copa. Eu não vou negar que no começo eu também era a favor desta ideia, mas depois que li várias matérias de jornalistas que não são comprados, abri minha mente. Gente, é só parar para pensar um pouquinho: vocês acham mesmo que o dinheiro investido em estádios realmente iria para saúde, educação e segurança? É CLARO QUE NÃO! Esse dinheiro todo iria para o bolso de algum político filho da puta (desculpe a expressão) ou algum policial corrupto. As pessoas que estão morrendo ou por conta da falta de um atendimento digno, ou por uma bala perdida ou por "N" motivos, vão continuar morrendo. Sabe por quê? Porque as pessoas que nós elegemos não estão nem ai para a gente. Simples assim.

É claro que eu concordo que o nosso país não tem estrutura nenhuma para receber eventos deste porte (tanto pela infraestrutura quanto pelos recursos), mas já que a merda está feita, que seja feita de uma forma bonita e que possa ser lembrada com orgulho por nós e pelos gringos que estão nos vendo tanto aqui quando na televisão. Quer dizer, vou tomar como exemplo aquela abertura ridiculamente ridícula que foi apresentada no dia doze de junho. Gente. O que foi aquilo? Foi de dar vergonha! Nós temos o Carnaval, temos Parintins, temos tantas festas e culturas lindas misturadas no nosso Brasil, e me contratam uma belga que tem uma visão completamente vaga sobre a nossa cultura para fazer AQUILO? Cadê o ziriguidum que estamos acostumados por aqui?

Enfim, o que eu quero dizer de tudo isto é que o povo brasileiro precisa agir de acordo com os seus pensamentos, e não com o que a mídia impõe. Não é tão difícil assim saber de tudo isto, basta parar e pensar um pouco. É preciso que as pessoas parem de se achar superiores escrevendo no twitter ou no facebook coisas bonitas e dizendo ser contra a copa, para depois torcer igual um louco como – sempre – fizemos durante a copa. Vamos torcer porque SIM, porque amamos futebol (pelo menos eu amo uma vez a cada quatro anos, hahaha).

Por um mundo com menos gente fingida, que não age de acordo com as ideias que demonstram ter o.u .

Qual a opinião de vocês sobre esse tema?
Beijos, Gabi.

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