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Sessão pipoca #001: A Hospedeira

No sábado dia 30/03 assisti ao filme "A Hospedeira" no cinema (falei sobre o livro nesse post aqui), e como o blog estava em hiatus só consegui postar a resenha agora! o.u

A HospedeiraLançamento: 2013
Direção:Andrew Niccol
Gênero: Ficção científica , Romance , Ação
Trailer: Clique aqui.

Resenha:

O filme foi um pouco fiel ao livro. É óbvio que excluíram algumas cenas e mudaram algumas partes. Uma das partes que foram alteradas e achei que não houve necessidade foi quando Melanie/Peregrina partem para o deserto. Ela simplesmente vai de salto alto e leva UMA garrafa de água para partir rumo a um lugar que nem ela sabe exatamente onde é >.< (e no livro essa parte é muito diferente). Achei que os atores poderiam ter sido melhores, talvez por isso a sessão estivesse tão vazia apesar de toda a propaganda (e olha que era o final de semana de estréia hein!). O destaque foi todo para os coadjuvantes, que fizeram um excelente papel e passaram todo o sentimento que o livro passou a mim. Resumindo, é um filme que recomendo a quem leu o livro assistir, só para comparar ao livro. Quem não leu provavelmente vai achar o filme boring.

E vocês, assistiram A Hospedeira? Quero saber a opinião de vocês, hein :3

 

A Hospedeira entrou em cartaz no mês de Março/2013 nos cinemas de todo o Brasil! Assista ao trailer do filme clicando aqui
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O Rei Leão – o musical no Brasil

Depois de um tempinho afastada colocando no ar a nova versão do blog, finalmente voltei a blogar :) Tenho tanta coisa boa para contar, mas deixo as novidades para outro post pois o que vou falar hoje é muito especial e me emociona só de lembrar…

No dia 03/04 eu e o João fizemos 5 anos de namoro (te amo amor!), e nos demos de presente o ingresso para assistir a um musical da Broadway que sonho ver desde pequena, que é "O Rei Leão". As pessoas que são próxima a mim sabem que eu e o filme que inspirou o musical temos uma longa história juntos, pois foi o primeiro filme que eu assisti na vida (tenho até um vídeo de quando eu era pequena onde apareço cantando "hakuna matata" e peço para a minhã mãe "concorrer ao Simba, para ganhar o Simba" – acho que é uma viagem para ir à Disney, enfim, nunca vou saber ao certo o que eu queria dizer, rs).

O espetáculo foi ontem (06/04) e não existem palavras para descrever o que eu vi! Ter realizando o sonho de assistir "O Rei Leão", com música e letras de Elton John & Tim Rice era totalmente surreal! :') Quando entrei no teatro e vi o palco eu já comecei a chorar. Ficamos muito próximos ao palco, na platéia vip. Não existe como detalhar a peça para pessoas que não viram ao vivo, pois é tão lindo, mágico e real, que só quem assistiu sabe. Nós tiramos fotos do teatro antes de começar a apresentação, apesar de serem de celular segue abaixo as fotos para vocês "entrarem no clima":

Saguão do Teatro Renault
O palco com sua incrível cortina e o panfleto com informações sobre a peça
Dia de ver o "Simba", bebê!
Platéia. Os animais passavam por aqui no começo da peça…chorei horrores! :)

A adaptação do filme para o palco foi genial. Os artistas seguravam bonecos mecânicos ou vestiam máscaras, mesclando o ser humano com o animal. Não existe muita dança, já que os atores muitas vezes estão coordenando bonecos mecânicos, mas em compensação os artistas cantam de uma forma pura, clara e maravilhosa. A sensação que eu tive foi a de estar assistindo ao filme em 3-D, tamanha a perfeição da peça. Tudo é perfeitamente cronometrado e dividido em dois atos.

A versão brasileira das canções foi escrita por Gilberto Gil (ele estava lá ontem), mas você precisa assistir e cantar com "desapego", já que as letras não são iguais as que estamos acostumadas no filme. Você pode ver os detalhes das máscaras e um pouco da peça no blog Just Lia e no Canal da T4F.

Saí do teatro sem saber ao certo o que mais gostei, se foram os cenários, o jogo de luz, a música ou cada artista que atuou. Cheguei a conclusão de que foi o conjunto, pois cada pessoa responsável pela peça fizeram a minha vida mais feliz, realizaram um sonho antigo. Naquele teatro eu virei criança novamente, e estava assistindo a tudo como se fosse a primeira vez, na sala da minha antiga casa.

O Rei Leão" está em cartaz no Teatro Renault em São Paulo-SP. Para mais informações é só acessar o site: www.oreileaoomusical.com.br
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"Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar…

… Que tudo era pra sempre sem saber, que o pra sempre, sempre acaba."
Trecho da música Por enquanto – Cássia Eller.

Mamãe sempre vai te amar, minha pretolina!

Eu acredito muito em destino, e não foi por acaso que encontrei a Kitty (post sobre isso aqui) filhotinha e quase morrendo, bem na nossa garagem no meio de entulhos devido à obra que estávamos fazendo em casa.

Ela era uma gatinha fácil de se amar e apegar, principalmente nós aqui de casa. Ela adorava chamar a atenção, brincava de luta com sua irmã canina Olívia, e simplesmente não vivia sem suas andanças pela rua (motivo esse que com certeza a fez não estar mais aqui).

Infelizmente existe muito preconceito contra gatos, principalmente gatos pretos. Eu mesma nunca tive nenhum gato (fora ela) e dizia quando criança que "não gostava de gatos". Se pudesse voltar atrás eu apagaria o que disse, e foi graças a ela que descobri o barato que é ser mãe de gatinhos (pretos, brancos, vira-latas, não importa!) e ver o quanto o gato é diferente do cachorro, e ao mesmo tempo como conseguem ser iguais em vários sentidos. Assim que decidimos ficar com a Kitty (post sobre isso aqui) eu já sabia que os gatos são seres totalmente independentes e com personalidade forte, e que além de castra-la precisariamos tomar cuidado com a maldade das pessoas ao ver um gatinho preto.

Não sei como aconteceu, mas existem duas hipóteses: briga de gatos ou envenenamento. Não sei qual das duas pois ouvi dois gritos de gatos à noite (por isso a hipótese da briga), já que na minha rua existem muitos gatinhos. Enfim, não quero ficar imaginando o motivo pelo qual ela não está aqui comigo agora, mas isso me fez refletir o quanto eu a amava e o quanto ela me fez aprender coisas novas, um novo amor que eu nem sabia que existia, um amor que me faz querer ajudar mais e mais os gatinhos por aí de alguma forma!

Sei que fiz de tudo pela minha pequena, e mesmo ela tendo ido tão nova eu sempre vou ter ela em meu coração, como a gatinha preta de olhos verdes mais querida que existiu, que sorria com o olhar, que adorava brincar com o rolo de papel, que eu apertava até miar, que me dava sustos aparecendo do nada, que estudava em cima da mesa da sala de jantar comigo, que adorava um cafuné na barriga e brincava de me arranhar as mãos. Ela foi o meu melhor presente de 2012.

Ainda estou com as marcas dos arranhões da brincadeira de ontem.
Ainda sinto seu cheirinho.
E sei que sempre te amarei!
Obrigada por ter me dado a honra de ser sua mãe humana :')

Julio
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